30 dezembro 2007

boas festas e feliz ano 2008


" Feliz Natal. Boas entradas, um Ano Novo em grande. Feliz aniversário, bom carnaval e uma Páscoa feliz. Um óptimo 25 de Abril, dia do pai e da mãe. Goza bem o São João, o Santo António e os restantes feriados. E excelente férias… Pronto, já está tudo despachado."

13 dezembro 2007

araçá


Pensamento III
11 de Dezembro de 2007
Se daqui a dez anos eu ler isto é porque estarei vivo e isto por si só já é suficiente e positivo.

27 novembro 2007

querido DN Madeira


Querido Diário de Notícias da Madeira


- Alfredo sai já da casa de banho que a mãe quer tomar banho.
- Não posso, estou a ver o Diário.
“Eu sou o Alfredo , tenho 16 anos e venho por este meio agradecer ao diário de notícias pelas imagens disponibilizadas no dia 25 de Novembro nas páginas 32 e 33 , das quais obtive um bom proveito ( Ah! A minha irmã ampliou uma das imagens e fez um poster para o seu quarto). Espero que continuem com essa forma de serviço público e que principalmente daqui a um mês repitam a dose, mas a cores, porque é natal.
Mais informo que vou deixar de comprar a revista playboy, nem a Maxmen. A vós um muito obrigado.

Grato pela atenção, agradeço antecipadamente.



Alfredo”

23 novembro 2007

Opinião I

Texto( "Salazar ou Salazarismo") publicado a 30 de Março 2007, Diário de Notícias - Cartas do Leitor.
Para ler melhor clique na imagem.

21 novembro 2007

Pensamento II

Eu sou apenas um ser provisório que ocupa espaço num determinado lugar e num determinado momento.

18 novembro 2007

Banana


No ano passado, num dia solarengo, um amigo meu, “o Magrinho”, disse-me:
- Vamos jogar ao Euro milhões.
- Eu em vez de gastar dinheiro no jogo, vou plantar uma bananeira – Respondi-lhe assim e foi plantar a bananeira, enquanto “o Magrinho” foi jogar o jogo.
Passado então algum tempo eis o resultado na imagem.

14 novembro 2007

08 novembro 2007

01 novembro 2007

Omenagem à hortografia



Omenagem à hortografia

Francisco José Viegas, Escritor


"A senhora menistra da Educação açegurou ao presidente da República que, em futuras provas de aferissão do 4.º e do 6.º anos de iscolaridade, os critérios vão ser difrentes dos que estão em vigor atualmente. Ou seja os erros hortográficos já vão contar para a avaliassão que esses testes pretendem efetuar. Vale a pena eisplicar o suçedido, depois de o responçável pelo gabinete de avaliassões do Menistério da Educação ter cido tão mal comprendido e, em alguns cazos, injustissado. Quando se trata de dar opiniões sobre educassão, todos estamos com vontade de meter o bedelho. Pelo menos.


Como se sabe, as chamadas provas de aferissão não são izames propriamente ditos limitão-se a aferir, a avaliar - sem o rigôr de uma prova onde a nota conta para paçar ou para xumbar ao final desses ciclos de aprendizagem. Servem para que o menistério da Educação recolha dados sobre a qualidade do encino e das iscólas, sobre o trabalho dos profeçores e sobre as competênssias e deficiênçias dos alunos.


Quando se soube que, na primeira parte da prova de Português, não eram levados em conta os erros hortográficos dados pelos alunos, logo houve algumas vozes excandalisadas que julgaram estar em curso mais uma das expriências de mudernização do encino, em que o Menistério tem cido tão prodigo. Não era o caso porque tudo isto vem desde 2001. Como foi eisplicado, havia patamares no primeiro deles, intereçava ver se os alunos comprendiam e interpetavam corretamente um teisto que lhes era fornessido. Portantos, na correção dessa parte da prova, não eram tidos em conta os erros hortográficos, os sinais gráficos e quaisqueres outros erros de português excrito. Valorisando a competenssia interpetativa na primeira parte, entendiasse que uma ipotetica competenssia hortográfica seria depois avaliada, quando fosse pedido ao aluno que escrevê-se uma compozição. Aí sim, os erros hortográficos seriam, digamos, contabilisados - embora, como se sabe, os alunos não sejam penalisados: á horas pra tudo, quer o Menistério dizer; nos primeiros cinco minutos, trata-se de interpetar; nos quinze minutos finais, trata-se da hortografia.


Á, naturalmente, um prublema, que é o de comprender um teisto através de uma leitura com erros hortográficos. Nós julgáva-mos, na nossa inoçência, que escrever mal era pensar mal, interpetar mal, eisplicar mal. Abreviando e simplificando, a avaliassão entende que um aluno pode dar erros hortográficos desde que tenha perssebido o essencial do teisto que comenta (mesmo que o teisto fornessido não com tenha erros hortográficos). Numa fase posterior, pedesse-lhe "Então, criançinha, agora escreve aí um teisto sem erros hortográficos." E, emendando a mão, como já pedesse-lhe para não dar erros, a criancinha não dá erros.


A questão é saber se as pessoas (os cidadões, os eleitores, os profeçores, "a comonidade educativa") querem que os alunos saião da iscóla a produzir abundãnssia de erros hortográficos, ou seja, se os erros hortográficos não téêm importânssia nenhuma - ou se tem. Não entendo como os alunos podem amostrar "que comprenderam" um teisto, eisplicando-o sem interesar a cantidade de erros hortográficos. Em primeiro lugar porque um erro hortográfico é um erro hortográfico, e não deve de haver desculpas. Em segundo lugar, porque obrigar um profeçor a deixar passar em branco os erros hortográficos é uma injustiça e um pressedente grave, além de uma desautorizassão do trabalho que fizeram nas aulas. Depois, porque se o gabinete de avaliassão do Menistério quer saber como vão os alunos em matéria de competenssias, que trate de as avaliar com os instromentos que tem há mão sem desautorisar ou humilhar os profeçores.


Peçoalmente, comprendo a intensão. Sei que as provas de aferissão não contam para nota e hádem, mais tarde, ser modificadas. Paço a paço, a hortografia háde melhorar."


Francisco José Viegas escreve no JN, semanalmente, às segundas-feiras

22 outubro 2007

Professor


"SER PROFESSOR


Ser professor é ser artista
malabarista,
pintor, escultor, doutor,
musicólogo, psicólogo...

É ser mãe, pai, irmã, avó,
é ser palhaço, bagaço...
É ser ciência e paciência...
É ser informação.

É ser acção, é ser bússola, é ser farol.
É ser luz, é ser sol.
Incompreendido? ...Muito.
Defendido? Nunca.

O seu filho passou?...
Claro, é um génio.
Não passou?
O professor não ensinou.

Ser professor
é um vício ou vocação?
É outra coisa...
É ter nas mãos o mundo de amanhã.

Amanhã.
Os alunos vão-se...
E ele, o mestre, de mãos vazias,
fica com o coração partido.

Recebe nova turmas,
novos olhinhos ávidos de cultura
e ele, o professor, vai despejando
com toda a ternura, o saber, a orientação
nas cabecinhas novas que amanhã
luzirão no firmamento da pátria

Fica a saudade
A amizade.
O pagamento real?
Só na eternidade."


(Anónimo)

15 outubro 2007

Nabos


“ Ainda há “ bons programas no panorama pobre, superficial e anti-pedagógico da televisão portuguesa: onde predominam as novelas em horário nobre, as quais não merecem qualquer referência; lugar no qual os concursos servem para “encher chouriço”; programas onde os famosos convidam-se uns aos outros para promoverem as suas imagens e os respectivos ordenados; telejornais com linhas editoriais gastas e com notícias de conveniência e pré-cozidas; debates que só dizem mais do que o mesmo, com analistas que andam à volta entre o “cerne da questão”, o “ problema central” e a “ideia chave” e o entrevistado que não comenta e que está a comentar. Por vezes surgem bons documentários, tais como “ Ainda há Pastores”, realizado por Jorge Pelicano ( http://www.youtube.com/watch?v=lZ6ZoezlfN8 ).

07 outubro 2007

Bebra ou Figo

O meu Sporting em análise

Na Liga dos Campeões, o Sporting está a fazer uma boa campanha: no primeiro jogo perdemos de uma forma duplamente injusta, com um golo de um jogador formado por nós – Cristiano e no segundo, os três pontos foram importantes a todos os níveis: classificativo, monetário e motivadora. No Campeonato português, a diferença de pontos para o primeiro já começa a ser preocupante, pois não podemos perder mais pontos. Na taça da liga conseguimos seguir em frente na lotaria das grandes penalidades.
O Sporting necessita de reflectir sobre a sua performance em campo. Existem vários dados que têm de ser analisado e consequentemente melhorados no treino (Os jogos oficiais não servem para experiências). A nível de cantos conseguimos bastantes e raramente concretizamos os golos. Os pontapés livres fora da grande área são falhados pelo mesmo jogador - Ronny. Sabemos o lugar onde o jogador produz mais e andamos a experimentá-lo noutras posições, caso do Moutinho.
O Sporting para ser campeão não pode jogar para empates e muito menos pode defender resultados tangenciais, temos é de entrar nos jogos com a garra de ganhar por três ou mais. Temos uma equipa fantástica porque é espectacular vê-la jogar, uma equipa ofensiva desde a defesa, uma equipa criativa é por isso que obtemos uma média boa de espectadores.
Resumindo. Como adepto orgulho-me da equipa fantástica, da excelente escola de futebol, da nossa catedral, reconheço o esforço e a dedicação do clube, mas quero ser campeão este ano, nem que seja da Liga dos Campeões.

18 setembro 2007

Scolari e a selecção

Não coloquemos o seleccionador nacional no “altar”, numa posição intocável, pois o seu gesto é imperdoável e deverá ser exemplarmente castigado.
Com scolari a selecção portuguesa de futebol nunca ganhou nada .
Questiono:
1. Quem organizou o Euro 2004?
2. Por que nome é designada a geração da nossa selecção?
2.1. Quais foram os campeonatos ganhos por essa mesma geração?
3. Qual foi o nosso desempenho no euro 2000?
4. Qual é o papel de alguns dos nossos jogadores no mundo do futebol?

25 agosto 2007

Pensamento I


“ Nunca estive tão bem como agora, por isso não deveria de nascer mais ninguém nem morrer mais ninguém”

22 julho 2007

HÁ COISAS FANTÁSTICAS, NÃO HÁ?


Passando pela levada abaixo resolvi desafiar a teoria da gravidade, colocando uma folha seca na água e disse cá para mim: quem andaria mais depressa a folha ou eu ? Então larguei a referida folha na levada cheia de água em grande movimento e comecei a correr pelo caminho de modo a acompanhar a minha adversária. Por vezes, o andamento da folha abrandava e eu em passo acompanhava-a, mas por vezes a folha ganhava velocidade e eu corria desenfreadamente caminho abaixo, acompanhando sempre a minha companheira. Depois a minha folha parava num aglomerado de folhas e outros atritos, num local irregular da levada, e eu moralmente não podendo mexer na folha de modo a ajudá-la, achei-me por vencedor da corrida.
- HÁ COISAS FANTÁSTICAS, NÃO HÁ?

11 julho 2007

Maracujá

Ter força de vontade, ou vontade de fazer força.

06 julho 2007

Qualidade de Vida – São Jorge

Não estará o futuro dos nossos filhos hipotecado se não fizermos as infra-estruturas básicas, relativamente à saúde, ao desporto e lazer à educação, às comunicações e ao saneamento básico de uma região, quando temos oportunidades, sobretudo a nível financeiro? Não é isto que um bom pai de família começa a fazer, de modo a dar condições de vida aos seus filhos, construindo para esse efeito uma estrutura valiosa e fundamental: a casa? Não é preocupação do bom pai dar boa educação aos filhos, garantir conforto e lazer em casa, investir no bem estar dos seus em termos de saúde e desporto e proporcionar qualidade de vida?
Seria então demais defender a construção de estruturas que promovam a qualidade de vida e fomentem pólos de desenvolvimento duma região, duma freguesia?

24 junho 2007

planta - pepino

Dois amigos amigos passeavam pela estrada, percorrendo o seu caminho e falando sobre o trabalho e as suas dificuldades e as vantagens. O sol batia-lhes na testa como quando se aponta uma lupa ao papel para ver se o reflexo do sol pega lume. Derramava-se o animo do trabalho pela estrada abaixo, mas apresentava-se a fome na paisagem vindoura.
Passado algum tempo, os duas amigos encontraram uma árvore cheia de frutos e a vontade fez com que os dois fossem apanhar alguns frutos.
Um deles desloca-se até à árvore apanha alguns frutos de modo a saciar a sua vontade e continua a sua caminhada.
O outro amigo , com grande vontade e confiança , desloca-se em direcção à árvore e com um impulso decide sacudir a árvore. Esta estratégias fez com que os frutos obedecessem à teoria da gravidade, caindo alguns na sua cabeça e outros espalharam-se pelo chão.
Enquanto o primeiro amigo continuava no seu percurso calmamente, o outro deparou-se com outros afazeres tais como o trabalho de recolher todas as frutas com uma extrema dor de cabeça.

14 junho 2007

Anogueira

Eutou a ler
O meu livro preferido não é o Codigo Da Vinci, de DAN BROWN, nunca o li, nem o meu escritor preferido é Paulo Coelho. Estou a ler pela primeira vez na integra a obra de Ramalho Ortigão e Eça de Queirós, o meu escritor preferido, As Farpas.
Acho que o leitor tem o direito de ler ou não ler o que lhe apetecer, aliás um amigo meu dizia que o primeiro direito do leitor é comprar o livro e deitá-lo ao lixo se quiser.
Hoje comprei um livro que andava à procura e recomendo a sua leitura: A Mão de Sangue do escritor madeirense João Augusto de Ornelas.

07 junho 2007

Não tenho tempo.


“Não tenho tempo”

A desculpa mais esfarrapada que pode haver à face da terra é esta: “ não tenho tempo”. Quando dizemos que não temos tempo é porque talvez tenhamos uma vida muito ocupada, cheia de trabalho, reuniões, compromissos, deslocações para aqui e para ali. Estamos sempre atrasados, cheios de pressa, com um alto nível de stress e não podemos perder tempo. Parece que está na moda não ter tempo, faz-nos sentir ocupados, talvez úteis e importantes.
Quantas vezes acordamos e delimitamos as nossas tarefas para o dia ; quantas vezes programamos mil e uma coisa para fazer nas férias; e os fins-de-semana que começamos a planificar coisas já para a sexta à noite. E depois? Chegamos ao fim do dia e não fizemos nada e afirmámos com toda a convicção que o próximo dia será diferente. E no fim-de-semana aproveitamos a sexta para descansar, ver televisão por exemplo, chegando ao domingo de tarde surge o tédio pelo fim de semana que lá se foi e amanha é já dia de trabalho. E quando regressamos de férias e começamos a pensar no que iremos dizer a quem nos perguntar: o que fizeste nas férias?.
E por último, quando já não temos efectivamente tempo, somos já menos jovens, pensamos na nossa vida e cantamos: Oh tempo volta para trás…

03 junho 2007

O Clube


Cada vez torna-se mais difícil encontrar voluntariado para dirigentes desportista, sobretudo para clubes de pequena dimensão devido aos fracos orçamentos e à projecção ao nível da comunicação social. Estes mesmos clubes com fracos apoios económicos exigem do dirigente uma disponibilidade de esforços no arranjar de tempo e de instrumentos, de modo a fazer actividades que satisfaçam a sociedade. Próprios de um serviço publico não remunerado, o dirigente desportivo deve empenhar-se na defesa de ideais políticos, tais como a participação voluntária do cidadão nos eventos, a promoção de atitudes de lazer e de desporto regulares e positivas e a motivação dos cidadãos para a participação nas decisões politicas.

09 maio 2007

os parvos





A propósito do visionamento do programa a Bela e o Mestre retiro o seguinte pensamento: O pior para um país não são os parvos, mas sim os que nos querem fazer de parvos.

05 maio 2007

eleições na Madeira

Domingo, dia 6 de Maio, realizam-se eleições para a Assembleia Legislativa da Madeira e independentemente do partido que iremos votar acho que todos devemos de votar, porque o voto além de ser livre é um dever cívico. É sobretudo um exercer da cidadania plena e participativa, num estado democrático em que o povo é poder através do voto (DEMO- povo +CRATIA – governo). Votar nestas eleições permite a cada um de nós contribuir para a autonomia da Madeira, porque vamos eleger o órgão máximo da nossa Região: A Assembleia Legislativa Regional.
Para Domingo em tom leonino diria: «SÓ EU SEI PORQUE NÃO FICO EM CASA»

Dobradinha

Aplicou-se há pouco tempo o ditado popular ao Sporting, “quem tudo, quer tudo perde”, e assim foi. Agora a três jornadas do final da Liga corremos o risco de ganhar tudo, ou seja, aplicando o ditado invertido, quem nada quer tudo ganha, podemos ganhar o campeonato e a taça.

01 maio 2007

Funil

Não entrando nos carris da filosofia positivista de Leibniz onde afirma que O nosso mundo é o melhor dos mundos possíveis., mas sim enveredando por um pensamento individual e contextualizado no nosso tempo e no nosso espaço, diria também que vivemos no melhor dos mundos possíveis pela maior velocidade de deslocar a informação e a nós próprios , pelo reforço da comodidade e estável segurança de vida.
- Só nos falta a utopia e nunca o afunilamento.

29 março 2007

28 março 2007

Salazar ou Salazarismo



No passado Domingo, dia 25 de Março os telespectadores da RTP escolheram entre os 10 finalistas o "Grande Português":António de Oliveira Salazar ( 41,0%).
Em primeiro lugar, acho que o voto dos telespectadores não só foi democrático, entenda-se por consciente e livre, como também inteligente, na medida em que mostra uma lição aos actuais políticos, que a exemplo de Salazar deveriam de ser mais rigorosos, menos corruptos, e menos interesseiros, ou seja, deveriam servir o país e não servirem-se do país.
Em segundo lugar, os votantes no Salazar souberam distinguir a personagem do sistema, pois aqui não está em causa a apologia da ditadura fascista, mas sim os valores de trabalho , rigor e simplicidade de um homem. O 25 de Abril está consumado. No entanto, a evolução democrática dos últimos 30 anos enveredou para a falta de responsabilidade (veja-se a justiça e a fuga aos impostos) e a falta de respeito (quem respeita a polícia ou os professores!), estando a liberdade a roçar a libertinagem.
Sendo assim, a personagem Salazar preconiza valores que, por mais paradoxal que seja, fazem falta à sociedade portuguesa actual e sobretudo aos políticos.
Não confundir árvore com a floresta.

15 março 2007

mamão


A solidificação de uma Europa unida na sua profunda sabedoria, fixa nos seus alicerces ideológicos de índole judaico-cristã e greco-romanos, embebida de pátria materna e de fontes de filosofias e Homens é uma necessidade iminente no mundo contemporâneo. Não busquemos supremacias globais de hipocrisias bélicas que não acabam com a fome mundial. Não empunhamos mortes aos outros, quando aplicámos aos nossos a pena capital.

23 fevereiro 2007

Allium porrum

O alho é utilizado desde a antiguidade como remédio, sendo usado no Antigo Egipto na composição de vários medicamentos. Suas propriedades anti-microbianas e os seus efeitos benéficos para o coração e circulação sanguínea já eram valorizados na Idade Média. Possui um óptimo valor nutricional, possuindo vitaminas (A, B2, B6, C), aminoácidos, adenosina, sais minerais (ferro, silício, iodo) e enzimas e compostos biologicamente activos, como a alicina. O alho costuma ser indicado como auxiliar no tratamento de hipertensão arterial leve, redução dos níveis de colesterol e prevenção das doenças ateroscleróticas. Também se atribui ao alho a capacidade de prevenir resfriados e outras doenças infecciosas, e de tratar infecções bacterianas e fungicas.( http://pt.wikipedia.org/wiki/Alho)
Segundo reza a história os alhos serviam para afastar os males e os perigos: vampiros, mau-olhado, serpentes e outros. Comer alho, no sonho, quer dizer arrependimento, se o alho está cozido; recuperação da saúde, se o alho está cru. Sonhar carregando alho é expressão de mau pensamento, ou que se está desejando mal a alguém.
O alho-porro ou alho-francês já está em produção na manjedoura e é uma planta que requer poucos cuidados.

19 fevereiro 2007

Questão Política I


Questão politica

Dia 19 de Fevereiro de 2007, em plena época carnavalesca, véspera do dia de Entrudo, dia D para Alberto João Jardim . A marcação da reunião extraordinária da Comissão Politica do PSD Madeira e posterior declaração ao povo madeirenses, leva-nos a crer que o Presidente do Governo Regional pedirá a demissão. Isto acarreta a dissolução da Assembleia Legislativa Regional e a consequente convocação de eleições antecipadas por parte do Presidente da Republica.
Estas eleições antecipadas enquadram-se em três aspectos chave na politica regional. O primeiro diz respeito aos bons resultados obtidos pelo não no recente referendo, apoiado por Alberto João Jardim, na região autónoma da madeira. Pois a questão referendada apesar de ser de consciência pessoal, também demonstrou um apego aos ideais sociais democratas defendidos, não desviando o eleitorado. No que concerne à nova lei das finanças regionais promulgado pelo Presidente da Republica, acho que a formação de um novo governo regional imponha justiça, porque se as regras do jogo mudam, comecemos o jogo do início. O outro aspecto a considerar remeto para a nova lei eleitoral para a região autónoma da madeira, nomeadamente a redução dos deputados da Assembleia Regional.
A confirmar-se este cenário , podemos concluir que Alberto João jardim é um grande estratega politico ( lembre-se que este faltará ao Conselho de Estado) , pois diz aos continentais que se impõem novas regras, então vamos começar o jogo do início e o jogo terá outros participante, ou pelo menos, menos jogadores.

11 fevereiro 2007

Ciclo Jurássico I - O Tafulho


Ciclo jurássico I : tafulho

Lá no horizonte longínquo nascia o sol das profundezas do mar para servir de lâmpada a todos os seres vivos. E pois claro, a nossa estrela mais próxima , já pela manhã, também iluminava o Fernando e a sua família que estavam na horta a mondar a resteva. Aqui não era só trabalho, por vezes, aproveitando a distracção dos adultos, os rapazes faziam um monte de resteva e restolho e treinavam o salto em altura e em cumprimento. Com este monte de erva seca eles também faziam desporto radical , bastava pegar lume ao obstáculo do salto e logo subia a adrenalina.
Após os regos estarem tirados e espalhado o estrume, havia que abafar os regos antes de plantar a rama. Esta era simplesmente disposta nos regos de uma forma simétrica para de seguida ser afincada com uma cana. Estando a rama plantada, era importante regá-la logo de imediato, visto que era crucial para pegar.
O momento da rega era o preferível para Fernando. Logo que a água iniciava o seu percurso pelo rego, o nosso jovem agricultor saltava para a frente da água para patinhar a rama. E lá estava o Fernando descalço e molhado até aos joelhos a saltar de rego em rego acompanhado o seu pai, que estava no tafulho a encaminhar a água da levada para os regos.
Enquanto o sol preparava-se para se esconder nas montanhas e simultaneamente despedir-se de Fernando, este alegremente só dizia em voz alta “tapa” e outra vezes “quebra”.

08 fevereiro 2007

kinder bueno

Desculpem lá, mas tinha de postar esta imagem.

02 fevereiro 2007

Floribela


Latada


Latada

Fernando estava a trabalhar na sua fazenda, sozinho apenas com o barulho do rádio e os sons dos pássaros, a ribeira também murmurava lá ao fundo. Com umas fortes estacas afincadas no chão formou-se um quadrado pequeno, ao lado da sua barraca. Depois pegou no arame mais grosso e fez um cordão unindo as estacas. A partir do cordão, o agricultor teceu com arame mais fino outros quadradinhos. Olhando para a sua obra-prima disse para si próprio:
- Quem diria! Estás de parabéns a obra está boa. Fernando, acho que mereces um copo de vinho.
E dito isto, Fernando deslocou-se em dois passos até ao garrafão para brindar o seu esforço e a sua obra. Pois, o entusiasmo e a dedicação de um homem só permitiu-lhe fazer uma obra agrícola com estacas e arame. E assim fez-se a latada.

28 janeiro 2007

anónimo


Anónimo
O anonimato será um poder de denuncia, de critica confortável, ou um cobarde disfarçado de máquina de lavar roupa. Pois, se tens de fazer um comentário num blog, num site ou mesmo num jornal, ou ainda em praça pública deves de dizer o teu nome porque é pelo teu nome que és tratado. Penso que nenhum familiar ou amigo te trata por anónimo: - Oh anónimo, vem cá. Se te identificas por anónimo é porque és cobarde e tens medo de enfrentar a vida, o touro pelos cornos. Ao menos devemos respeitar o nosso nome, foi por esse nome que o pai preveniu varias quedas. Foi por esse nome que os teus amigos te cantaram os parabéns. Foi por ele que a tua professora te chamou ao quadro. E agora tens uma opinião sobre qualquer assunto que seja e tens vergonha do teu nome e chamaste anónimo! Chamar-te-hei cobarde.
Contudo, longe de mim armar-me em Padre António Vieira ou em Séneca.
Por outro lado, o anonimato, por vezes disfarçado de pseudónimos divertidos, permite-nos de uma forma descomprometida criticar ou elogiar autores.

26 janeiro 2007

contador

Hoje , dia 26 de Janeiro de 2007, mudei outra vez o contador ou “counter”. Faz- -me lembrar os outros contadores , tais como o contador da luz, da água e o conta-quilómetros é mais um contador. Será assim tão importante termos os contadores!?

22 janeiro 2007

Sídrome do muro


Síndrome do muro: O muro é um objecto físico que nos permite estar para lá, para cá, ou ainda, em cima. Digamos a priori que as ideias e os conceitos esbatem-se pela teoria da relatividade. Contudo, verifica-se que muitos não tem valores predefinidos, ou seja, optam conforme as circunstâncias. Pois, estando de um lado falam mal do outro e estando no outro falam mal dos anteriores. Poderia-se dizer que a síndrome do muro é uma “patologia” humano em que os indivíduos com dificuldades na coluna vertebral tomam posições contrárias conforme o contexto em que estão inseridos. Esta atitude permite retirar vantagens dos dois lados, constituindo assim de certa forma uma adaptação do ser humano conforme a teoria da evolução de Charles Darwin
Uma das coisas que me deixa perplexo é verificar que no antes do 25 de Abril, observava-se um Portugal ditatorial , cheio de opressão, cheio de medo, e depois do 25 de Abril de 74, muda-se para a liberdade e todos sofreram opressões . Agora urge perguntar onde está a máquina salazarista: o governo, a polícia, o partido, morreram todos . Os PIDES? Desapareceram. Ou a malta passou toda para este lado do muro.
Concluindo, o síndrome do muro será um estado do politicamente correcto ou um estado de cobardia? Conforme Darwin, diria que se trata de uma adaptação do ser humano. Vejamos mais exemplos. Os estados unidos em tempos apoiaram o Saddam Hussein e agora matam-no; os treinadores de futebol e jogadores dizem mal dos clubes por onde passaram…

16 janeiro 2007

nuvens

Apetece perguntar: O que é que as nuvens estão por ali a fazer?

aborto


Sou contra o aborto, mas vou votar sim.

No próximo dia 11 de Fevereiro vamos votar no referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez. Nesse dia os portugueses terão de dar uma resposta livre e consciente: sim ou não. Até lá esperemos um debate tão sério como o tema obriga. Agora se me pedissem para fazer campanha pelo sim ou pelo não, recusava os dois.
Sou contra o aborto( a favor da vida humana) porque utopicamente acho que nenhuma mulher deveria abortar. Nenhuma mulher fará um aborto de ânimo leve e mesmo de livre espontânea vontade. O aborto acarreta uma decisão difícil para qualquer ser humano, deverá ser a ultima alternativa e essa última alternativa deverá estar legislada.
Voto sim para que as mulheres tenham um mecanismo legal que permita, em determinadas condições e circunstâncias da vida, o aborto com alguma dignidade.
No entanto, a maior campanha será sempre a vida humana, nas suas oportunidades e na sua dignidade.