31 maio 2007

Catorze


09 maio 2007

os parvos





A propósito do visionamento do programa a Bela e o Mestre retiro o seguinte pensamento: O pior para um país não são os parvos, mas sim os que nos querem fazer de parvos.

05 maio 2007

eleições na Madeira

Domingo, dia 6 de Maio, realizam-se eleições para a Assembleia Legislativa da Madeira e independentemente do partido que iremos votar acho que todos devemos de votar, porque o voto além de ser livre é um dever cívico. É sobretudo um exercer da cidadania plena e participativa, num estado democrático em que o povo é poder através do voto (DEMO- povo +CRATIA – governo). Votar nestas eleições permite a cada um de nós contribuir para a autonomia da Madeira, porque vamos eleger o órgão máximo da nossa Região: A Assembleia Legislativa Regional.
Para Domingo em tom leonino diria: «SÓ EU SEI PORQUE NÃO FICO EM CASA»

Dobradinha

Aplicou-se há pouco tempo o ditado popular ao Sporting, “quem tudo, quer tudo perde”, e assim foi. Agora a três jornadas do final da Liga corremos o risco de ganhar tudo, ou seja, aplicando o ditado invertido, quem nada quer tudo ganha, podemos ganhar o campeonato e a taça.

01 maio 2007

Funil

Não entrando nos carris da filosofia positivista de Leibniz onde afirma que O nosso mundo é o melhor dos mundos possíveis., mas sim enveredando por um pensamento individual e contextualizado no nosso tempo e no nosso espaço, diria também que vivemos no melhor dos mundos possíveis pela maior velocidade de deslocar a informação e a nós próprios , pelo reforço da comodidade e estável segurança de vida.
- Só nos falta a utopia e nunca o afunilamento.

03 abril 2007

29 março 2007

ups!!


Ups!! Enganei-me.

28 março 2007

Salazar ou Salazarismo



No passado Domingo, dia 25 de Março os telespectadores da RTP escolheram entre os 10 finalistas o "Grande Português":António de Oliveira Salazar ( 41,0%).
Em primeiro lugar, acho que o voto dos telespectadores não só foi democrático, entenda-se por consciente e livre, como também inteligente, na medida em que mostra uma lição aos actuais políticos, que a exemplo de Salazar deveriam de ser mais rigorosos, menos corruptos, e menos interesseiros, ou seja, deveriam servir o país e não servirem-se do país.
Em segundo lugar, os votantes no Salazar souberam distinguir a personagem do sistema, pois aqui não está em causa a apologia da ditadura fascista, mas sim os valores de trabalho , rigor e simplicidade de um homem. O 25 de Abril está consumado. No entanto, a evolução democrática dos últimos 30 anos enveredou para a falta de responsabilidade (veja-se a justiça e a fuga aos impostos) e a falta de respeito (quem respeita a polícia ou os professores!), estando a liberdade a roçar a libertinagem.
Sendo assim, a personagem Salazar preconiza valores que, por mais paradoxal que seja, fazem falta à sociedade portuguesa actual e sobretudo aos políticos.
Não confundir árvore com a floresta.