20 setembro 2011

Politicos e Juizes

O que mais me irrita em Portugal já não é o aparecimento de dívidas e derrapagens, avaliadas por TROIKAS, tribunais de contas, INE e outras, nem já me irrita os planos de reestruturação ou de austeridade, até a casa dos segredos já não me irrita, mas o não aparecimento de culpados deixa-me indignado. Entre a avaliação da divida e o plano de reestruturação deve haver o apuramento de responsabilidade e quem desviou ou cometeu erros deve assumir as consequências. Não são consequências politicas, mas sim consequências criminais: prisão ou devolução do dinheiro.
Este problema não é só na Madeira é em todo o País. Para os políticos compensa aldrabar a coisa pública, porque estão protegido pelas leis e pelos juízes, é a promiscuidade entre o poder político e o poder judicial.
Sendo assim, os planos de austeridade são a priori injustos
Muitos gestores, engenheiros e políticos que cometeram erros devem devolver o dinheiro, com os tribunais a confiscar os seus bens. Mas não, esses vão continuar com os seus carrões, as suas mansões, iates alguns já com aviões. A reestruturação da divida deve começar pela recuperação do dinheiro em falta ou prisão de alguns. No caso BPN, alguém devolveu dinheiro ou alguém foi preso.
E o Agnus povinho vai continuar a pagar e a coçar nos culh
Na imagem - Feijão Verde

3 comentários:

Janita disse...

APOIADO!!!

Apurar responsabilidades e recuperar o dinheiro desviado é a prioridade de quem de direito!

Aí e cá...

Bonita e farta plantação de feijão verde.

BEM-VINDO.

Rogério Pereira disse...

De acordo com o sentido e o feijão verde está cor de esperança...

Mas há dois pequenos (grandes) equivocos:
1º - quando diz: "nem já me irrita os planos de reestruturação" deve estar a referir a plano de resgate. Não há qualquer reestruturação da divida (o que é pena, mas lá chegaremos...

2º - quando diz "No caso BPN, alguém devolveu dinheiro ...?". Não só ninguém devolveu dinheiro como um dos principais devedores comprou o credor por valor simbólico...

ISTO É DIABÓLICO!

Catarina Reis disse...

Vai ser quase impossível Portugal seguir em frente... nem sei mais o que pensar. Beijos