13 junho 2010

13 de Junho dia de Portugal

      Agora pretende-se reduzir as despesas com a saúde. Já não basta a lista de espera, onde algumas pessoas morrem antes de serem operadas, ou são obrigadas a dirigirem-se ao particular.

     Como pessoa em particular, tenho por filosofia encontrar em todo algo de positivo e olhando a floresta do comunismo encontro a árvore da valorização da saúde do povo, sobretudo no socialismo Cubano. Para desenvolver um país, temos de dar prioridade à saúde e à educação, de modo a construirmos cidadãos com corpo e mente sã.
     Mas não, andamos a cultivar uma sociedade doente e ignorante. Por isso, não há muito que esperar de Portugal.

 
Na Foto: uma maçaroca de milho

7 comentários:

Catarina Reis disse...

Infelizmente é o que nos espera.
Bjs Catarina

Anónimo disse...

Na minha opinião (também), a Saúde e a Educação devem/deverão/deveriam ser as prioridades de qualquer ESTADO com mente Sã corpo São (mas o nosso Estado está com a mente deturpada e o corpo podre).
A Saúde e a Educação são os pilares de uma sociedade, sem eles estamos coxos e doentes.
MFCC

FMF disse...

Às vezes fico a pensar em coisas verdadeiramente mazinhas... Será que "eles" querem mesmo que as pessoas vivam muito tempo? Pensões, reformas, tratamentos, apoios domiciliários e assistência médica custam muito dinheiro.Não sei não...

Fê-blue bird disse...

Está tudo muito bem pensado e estudado.
"Gente burra e doente não dura para sempre!"
Têm alguma dúvida?!
Gostei da maçaroca ;-)
Um abraço

Helga disse...

FMF, curiosamente o seu pensamento já me passou pela mente. Às vezes tenho a sensação que a ideia é mesmo essa - reduzir a população, matando-a lentamente, retirando-lhe os bens essenciais ao seu desenvolvimento - a cultura e a saúde.

Desculpa Manjedoura, responder ao teu post com a resposta a um comentário dado aqui, mas realmente é o que tenho a dizer.

Um beijinho :)

Rosa dos Ventos disse...

Se poupassem nos carros do Estado que se deslocam a eventos e inaugurações aos cinco e seis apenas com um ocupante ou dois...
Isto é um mero exemplo!

carol disse...

Se poupassem em tantos secretários e secretários de secretários e nas reformas de luxo que alguns acumulam... mas não! Os pobres que paguem a crise que já estão habituados!