15 novembro 2011

E depois da tomada de Posse do Governo Regional

Tangerinas

E depois da tomada de Posse
                Imaginemos que o governo regional da madeira irá ter que reduzir 15% nas despesas já e só para ano 2012. A espectativa do preocupado povo madeirense é esta: onde é que o governo vai cortar? Pois, como var cortar nas despesas já todos nós sabemos: aumento de impostos, redução nos ordenados, despedimentos, redução ou eliminação de subsídios e não investimentos. O povo sabe então que dificilmente viveremos como dantes e sabe por  experiência próprio os métodos de redução de despesa, não sabe é onde irá recair ou melhor a quem irá afetar. Alguém diria que o povo paga sempre a crise. Sim, mas nunca ouvi ninguém como o nome de povo.
                Dirigentes de associações: - os cortes nos subsídios aos clubes desportivos e demais associação nem pensar, pois colocará em causa a sua função social e de formação.
Diretores de escolas – Já não podem reduzir mais, só se for com despedimentos de professores;
               Autárquicas  - precisamos é de mais dinheiro para pagar as nossas dividas, o corte nesta área é impensável;
               Médicos: Aumentem as taxas aos doentes e despeçam os enfermeiros porque são muitos. E quem estiver á rasca  vai para o privado;
               Dirigentes políticos e empresariais. Não cortem nas subvenções aos partidos, pois são importantes para as campanhas eleitorais e para a democracia;
               Juízes:-
               Reformados:  Não me cortem na(s) reforma(s) porque trabalhei uma vida para isto e além disto as reformas são pagas pelo governo central.
               Rendimento mínimo: O meu subsídio também vem do continente.
               Falsos inválidos: O meu também.
               Manjedoura: Concordo que cortem em todos, logo que não me afete para mim está bom.
Eis a verdadeira questão a fazer : onde é que o governo regional vai cortar para que reduza a despesa já no orçamento para 2012. 

09 novembro 2011

Assembleia Legislativa Regional : Tomada de Posse


Anedota:
Ao passar pelas ruas do Funchal, ouvi dois Madeirenses a falar do ardo trabalho dos deputados na Assembleia Legislativa Regional:
- um dia deste vou até à Assembleia e deito lá uma bomba.
- Amigo, não faças nada disso, olha que a bomba ainda te arrebenta nas mãos.

05 novembro 2011

todos nós somos gregos



                Se a Grécia pariu a cultura ocidental, sendo pois o berço da europa, tem legitimidade histórica para destruir a ditadura do capitalismo e reiniciar a democracia. Quanto será a divida cultural apresentada pelos países em relação à Grécia. Imaginemos toda a imensa herança grega contada nas bolsas de valores. Imaginemos todas as universidades, escolas, ciências, filosofias, e demais instituições e correntes a pagarem um imposto por estarem a usufruir de um bem ancoradouro de muitas sociedades. 

25 outubro 2011

Tempo perdido

Por mais que queira datar o que escrevo

Não encontro o tempo:

Nem hora, nem dia e nem mês.

Por mais que queira organizar o caos

Há sempre um vento que sopra.

Talvez deveria fechar a janela ou a porta;

Comprar um relógio, marcar o tempo, agendar a sorte e o azar, encaixotar.

Descer para baixo

Subir para cima

Voltar ao ventre.

 
ZJ

24 outubro 2011

divida: um trocadalho do carilho.

Na CRISE, os grandes malucos dos bancários portugueses compraram divida grega e agora vão perdoar metade da mesma em tempo de austeridade para o povo português, mas que trocadalho do carilho.

03 outubro 2011

viver acima das possibilidades

Querem meter na cabeça que eu tenho andado a viver acima das minhas possibilidades: tenho passado férias nas Caraíbas no verão, no inverno tenho visitado as capitais da Europa, nos fins-de semana tenho passado férias na casa de campo no Algarve, os cruzeiros já nem tenho a conta de quantos fez; que não devia de ter três carros top-de-gama na garagem e um novo Audi na oficina e optar por um carro simples e barato; era também desnecessário a piscina em casa bastava um duche de chuveiro, o meu guarda-fatos de roupas de marcas teria de passar a gangas; deveria de jantar em casa em vez de ir para restaurantes finos da alta sociedade, de noite não deverias de frequentar festas e galas; acham que deveria despedir o motorista e as empregadas lá de casa e outras coisas mais. Em suma, a minha boa vida de mordomias, vícios, despesismos e de não fazer nada , pois acordava tarde e muitas noites nem dormia pois era tanta a preocupação de gastar o dinheiro, tinha chegado ao fim e que agora tinha de fazer sacrifícios para recuperar o país.
E agora? Eu que sempre vivi despreocupado, com montes e montes de dinheiro, chegava a gastar nos Casinos cinco mil euros numa só noite, teria de pagar a luz e outros bens essenciais mais caros , entregar metade do subsídio de férias , consumir na integra o IVA , contar todas as moedinhas para cobrir todas as despesas do mês e o pior de todo tinha de acordar cedo para trabalhar o dia inteiro.
Era inacreditável o meu modo de vida, vivia de facto acima das minhas possibilidades, ainda bem que temos uma classe politico-jornaleca que fez-me ver o caminho certo como cidadão português exemplar, que deve trabalhar de sol a sol e pagar os seu impostos humildemente.

Na foto o mesmo feijão passado 5 dias.

27 setembro 2011

sobre o buraco na Madeira

Sobre o buraco na Madeira
Primeira impressa:
-FOGO. Com tanto mar, um grande oceano, tinha de cair mesmo, mesmo no meio da ilha da Madeira.
Segunda impressão:
Sem estar a desculpabilizar ninguém, diria aos políticos todos:
Quem não têm “buracos” que atire a primeira pedra.

20 setembro 2011

Politicos e Juizes

O que mais me irrita em Portugal já não é o aparecimento de dívidas e derrapagens, avaliadas por TROIKAS, tribunais de contas, INE e outras, nem já me irrita os planos de reestruturação ou de austeridade, até a casa dos segredos já não me irrita, mas o não aparecimento de culpados deixa-me indignado. Entre a avaliação da divida e o plano de reestruturação deve haver o apuramento de responsabilidade e quem desviou ou cometeu erros deve assumir as consequências. Não são consequências politicas, mas sim consequências criminais: prisão ou devolução do dinheiro.
Este problema não é só na Madeira é em todo o País. Para os políticos compensa aldrabar a coisa pública, porque estão protegido pelas leis e pelos juízes, é a promiscuidade entre o poder político e o poder judicial.
Sendo assim, os planos de austeridade são a priori injustos
Muitos gestores, engenheiros e políticos que cometeram erros devem devolver o dinheiro, com os tribunais a confiscar os seus bens. Mas não, esses vão continuar com os seus carrões, as suas mansões, iates alguns já com aviões. A reestruturação da divida deve começar pela recuperação do dinheiro em falta ou prisão de alguns. No caso BPN, alguém devolveu dinheiro ou alguém foi preso.
E o Agnus povinho vai continuar a pagar e a coçar nos culh
Na imagem - Feijão Verde