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14 junho 2011

Diversificação agricola: tomate capucho

Diversificação agricola

Nome Popular: Fisalis, Camapú, Bucho-de-rã, Joá-de-capote, Juá-de-capote, Mata-fome, Canapum, Camapum, Bate-testa, Juá-roca, Saco-de-bode, Alquenquenje, Erva-noiva, Cerejas-de-judeu, Balão, Tomate-lagartixa, Tomate-barrela, Tomate-capucho, Capucho, Juá-poca, Camaru, Fisales, Físalis


O gênero é caracterizado pelo laranja pequenos frutos semelhantes, forma, tamanho e estrutura para um pequeno tomate , mas em parte ou totalmente fechado em uma casca de papery grande derivada do cálice .

O típico Physalis fruta é semelhante a uma empresa de tomate (de textura) e, como morangos ou outra fruta de sabor, pois eles têm um refrescante, acidez suave. A maioria - mas não todas - as espécies physalis produzem frutos comestíveis, com sabor lembrando de uma base de tomate / abacaxi-como mistura. Algumas espécies, como cassis capa e tomatillos tem numerosas cultivares nomeado, que oferecem uma variedade de sabores de torta de doces a salgados. Physalis fruta tem cerca de 53 kcal por 100 gramas, [ 4 ] e são ricos em criptoxantina .

Os fruto dos Physalis são bonitos, ricos em vitaminas C, A e mineirais e têm sabor ácido e doce, sendo amplamente utilizados in natura, simplesmente banhados em chocolate ou envolvidos com creme chantilly.

Na medicina chinesa , a Physalis é usado como um remédio para abcessos, tosse, febre e dor de garganta, entre outros.

http://en.wikipedia.org/wiki/Physalis

27 maio 2011

Entusiasmo ou espectativa

E porque não



indignação


Dia 4 e 5 de Abril


união


Dia de reflexão?


revolução


Dia de eleições?


Todos nas ruas


Nas praças principais


Junto a estátuas


Democracia real, já


o outro mundo é possível


Entusiasmo ou espectativa

26 maio 2011

Revolução Real, Já ... em Portugal também.

Em Portugal




Continuamos a olhar para pesados pesos

Espantados a ver o Canal na tribo perdido

À espera do último a sair

E a olhar para os nabos nos mercados

Prometendo lebres

25 maio 2011

19 outubro 2010

O criticismo sem fundo

A crítica é um direito e uma arma que qualquer cidadão possui para apontar o que está errado e apresentar caminhos que na sua perspectiva estão correctos, um exercício cartesiano da construção de um mundo melhor. No entanto, este instrumento está tão banalizado que perdeu o seu valor. As críticas caem no saco sem fundo, é como lançar sementes às pedras, porque ninguém corrige.
A nossa arrogância é tanta que só por não dar o braço a torcer, não se emenda os erros. Isto tornou-se num mal social a todos os níveis.
Fica-se pelo errar é humano, sem consequências e sem a correcção

09 abril 2009

Regenerar


Regenerar implica cavar fundo, arrancando o mal pela raiz e se calhar a crise em que vivemos, não digo a crise financeira porque essa resume-se à queda do capitalismo, mas a crise de valores humanos só pode ser tratada pela raiz, regressando às nossas origens e ao que temos de bom, procurando como pessoa ou como grupo o que temos de genuíno e sobretudo humano.

Regenerar III

05 abril 2009

Regenerar II



Na foto: pés de milho.

“ - Oh o povo! É um boi que em Portugal se julga um animal muito livre porque lhe não montam na anca, - e o desgraçado não se lembra da canga!”

in As Farpas de Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão , Janeiro de 1872.

03 abril 2009

Regenerar I



Na imagem: Tomate arbóreo, Cyphomandra betacea (Solanaceae)

Em Abril:

Zeca Afonso
Os Vampiros


“ No céu cinzento sob o astro mudo
Batendo as asas pela noite calada

Vêm em bandos com pés veludo
Chupar o sangue fresco da ma nada
Se alguém se engana com seu ar sisudo
E lhes franqueia as portas à chegada
Eles comem tudo eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada [bis]

A toda a parte chegam os vampiros
Poisam nos prédios poisam nas calçadas
Trazem no ventre despojos antigos
Mas nada os prende às vidas acabadas

São os mordomos do universo todo
Senhores à força mandadores sem lei
Enchem as tulhas bebem vinho novo
Dançam a ronda no pinhal do rei

Eles comem tudo eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada

No chão do medo tombam os vencidos
Ouvem-se os gritos na noite abafada
Jazem nos fossos vítimas dum credo
E não se esgota o sangue da manada

Se alguém se engana com seu ar sisudo
E lhe franqueia as portas à chegada
Eles comem tudo eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada

Eles comem tudo eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada “