O que mais me irrita em Portugal já não é o aparecimento de dívidas e derrapagens, avaliadas por TROIKAS, tribunais de contas, INE e outras, nem já me irrita os planos de reestruturação ou de austeridade, até a casa dos segredos já não me irrita, mas o não aparecimento de culpados deixa-me indignado. Entre a avaliação da divida e o plano de reestruturação deve haver o apuramento de responsabilidade e quem desviou ou cometeu erros deve assumir as consequências. Não são consequências politicas, mas sim consequências criminais: prisão ou devolução do dinheiro.
Este problema não é só na Madeira é em todo o País. Para os políticos compensa aldrabar a coisa pública, porque estão protegido pelas leis e pelos juízes, é a promiscuidade entre o poder político e o poder judicial.
Sendo assim, os planos de austeridade são a priori injustos
Muitos gestores, engenheiros e políticos que cometeram erros devem devolver o dinheiro, com os tribunais a confiscar os seus bens. Mas não, esses vão continuar com os seus carrões, as suas mansões, iates alguns já com aviões. A reestruturação da divida deve começar pela recuperação do dinheiro em falta ou prisão de alguns. No caso BPN, alguém devolveu dinheiro ou alguém foi preso.
E o Agnus povinho vai continuar a pagar e a coçar nos culh
Na imagem - Feijão Verde